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Coordenadora do Memorial participa de evento sobre desaparecidos da ditadura no MUPA

Roda de conversa tem como ponto de partida a instalação Folha de Papel, da artista Manoela Cavalinho 

“Folha de Papel” lança luz sobre assassinatos de militantes políticos por agentes do Estado. Foto: Divulgação.

A coordenadora do Memorial da Resistência de São Paulo, Ana Pato, participa do evento Futuro anterior: roda de conversa sobre os desaparecidos da ditadura civil-militar brasileira no dia 13 de agosto, às 16 horas. A roda de conversa é promovida pelo Museu Paranaense (MUPA) e tem como ponto de partida a instalação Folha de Papel, da artista Manoela Cavalinho, contemplado pelo II Edital de Ocupações do Espaço Vitrine. O evento terá a participação da artista e mediação de Felipe Vilas Bôas, historiador do MUPA. 

Folha de Papel lança luz sobre a chacina no Parque Nacional do Iguaçu, ocorrida em julho de 1974, onde seis militantes políticos foram fuzilados por agentes da repressão numa emboscada. Onofre Pinto, José de Carvalho, Daniel de Carvalho, José Lavechia, Vítor Carlos Ramos e Ernesto Ruggia morreram e seus corpos nunca foram encontrados. 

Os relatos que contam esta história fazem parte dos trabalhos da Comissão Nacional da Verdade, realizada no país entre 2011 e 2014, em que 434 militantes foram declarados mortos e desaparecidos pelo regime militar e dos quais 210 seguem desaparecidos até hoje. 

A partir do edital de ocupações do Espaço Vitrine, o Museu Paranaense tem como objetivo explorar a interdisciplinaridade entre Artes Visuais, Design e Arquitetura em diálogo com disciplinas científicas da instituição, como Antropologia, Arqueologia e História. A segunda edição do edital teve como tema o “Re-contato”, proposição norteadora da campanha de comunicação do MUPA no biênio 2021—2022. 

O evento é presencial e não precisa de inscrição. 

Saiba mais no site do Museu Paranaense