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Marighella

Em memória aos 40 anos da morte do guerrilheiro comunista, ícone do combate à ditadura militar no Brasil, Carlos Marighella (1911, Salvador, BA – 1969, São Paulo, SP), a exposição Marighella traçou seu perfil e trajetória de vida a partir de cartas, materiais inéditos, textos, imagens de arquivo e depoimentos.

Filho de Augusto Marighella, imigrante italiano, e de Maria Rita Marighella, descendente de africanos escravizados, Carlos nasceu em 5 de dezembro de 1911, em Salvador (BA). Em 1931, cursou Engenharia na Escola Politécnica de Salvador, mas logo ingressou na militância política. Em 1936, no Rio de Janeiro, atuou na reorganização do PCB (Partido Comunista Brasileiro), foi preso e torturado.

Em São Paulo, durante o Estado Novo, foi preso novamente e condenado pelo Tribunal de Segurança Nacional. Permaneceu seis anos em Fernando de Noronha (PE) e na Ilha Grande (RJ). Foi libertado com a anistia concedida por Getúlio Vargas. Em seguida, voltou ao Comitê Nacional do PCB. Em 1945, foi eleito deputado federal pela Bahia. Em 48, com a caça aos comunistas, voltou à clandestinidade. Na década de 60, criou a ALN (Aliança Libertadora Nacional) e entrou na luta armada. Em 4 de novembro de 1969 foi assassinado em São Paulo.

Materiais da exposição

Memorial Temporariamente Fechado

Seguindo as orientações do Plano São Paulo de combate à pandemia, o Memorial está fechado para atividades presenciais até que seja autorizado o seu funcionamento. O Memorial continua realizando atividades de maneira virtual! Para não perder nada da nossa programação online acompanhe nossos canais de comunicação.

Esperamos ver todos em breve!