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Memorial lança linha do tempo virtual sobre resistências e repressões políticas

Cronologia é versão digital da Linha do Tempo da exposição de longa duração do museu, e tem recorte temporal e temático de 1889 até 2008

Foto: Levi Fanan

A Linha do Tempo que atravessa as paredes do Memorial da Resistência de São Paulo ganhou uma versão digital, e pode ser acessada de onde você estiver. A cronologia apresenta um panorama da memória política coletiva desde 1889, com a Proclamação da República, até 2008, ano anterior a abertura do museu.

Além dos fatos históricos, a Linha do Tempo apresenta acontecimentos internacionais, gestões de presidentes e governadores e mudanças de legislação, e as reverberações destes fatores na repressão da população civil e em movimentos de resistência.

Ela parte dos conceitos de controle, repressão e resistência para lançar um olhar sobre a memória política brasileira. A partir dos quatro eixos — Legislação, Organizações Políticas, Repressão e Resistência — a cronologia explora os cruzamentos e efeitos desses três conceitos na história do país.

No espaço físico do Memorial da Resistência, a Linha do Tempo faz parte da exposição de longa duração, composta também pelo espaço carcerário remanescente do DEOPS/SP, um inventário de lugares de memória vinculados a períodos ditatoriais no estado de São Paulo, e a história de ocupação do edifício que agora abriga o museu.

O lançamento é parte da programação do Memorial da Resistência na 16ª Primavera dos Museus, promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), que tem como tema Independência e Museus: outros 200, outras histórias a fim de renovar os olhares sobre o Bicentenário da Independência.

Navegue e conheça a Linha do Tempo virtual:

História

A Linha do Tempo, assim como os outros módulos da exposição de longa duração, é apresentada ao público desde 24 de janeiro de 2009, quando o museu foi aberto, e mostra desde então os resultados de um extenso e emblemático processo colaborativo de pesquisa.

Além da contribuição dos ex-presos políticos que passaram pelo edifício, o processo de implantação do Memorial da Resistência contou com a participação de pesquisadores convidados do Projeto Integrado Arquivo do Estado/Universidade de São Paulo (PROIN).

O projeto realizou o trabalho inédito de se debruçar sobre as cercas de 1.500.000 fichas e aproximadamente 163.000 pastas/prontuários que compõem o acervo documental do fundo DEOPS, e que estão sob a tutela do Arquivo Público do Estado de São Paulo até os dias de hoje.

Saiba mais sobre Linha do Tempo.