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Confira programação do Mês da Consciência Negra no Memorial

Calendário de atividades tem visita integrada com Museu Afro Brasil e exibição do filme “Marighella”

Manifestação do Movimento Negro Unificado contra a Lei Afonso Arino e Caminhada por Zumbi nas ruas do centro de São Paulo, em 1980. Foto de Jesus Carlos.

Em novembro, o Memorial da Resistência de São Paulo celebra o Mês da Consciência Negra com uma programação voltada para a discussão racial no Brasil.   

Ao longo do ano, nos debruçamos sobre as lutas da população negra através da exposição Memórias do Futuro: Cidadania Negra, Antirracismo e Resistência, com curadoria do sociólogo e escritor Mário Augusto Medeiros da Silva. Neste mês, o Memorial lança o catálogo virtual da exposição, que apresenta fotografias, cartazes, jornais, documentos da repressão, manifestos e manifestações artísticas um panorama histórico de mais de um século de lutas por direitos da população negra no estado de São Paulo.  

Como resultado do edital Memórias do Presente: Comunicação em Direitos Humanos, apresentamos ao longo do último mês o podcast Escolas de Samba e a Resistência Negra durante o Regime Militar, desenvolvido pelo jornalista Djalma Campos, do podcast Seis e Um. A série investiga a partir de entrevistas a resistência à Ditadura no universo das escolas de samba e das comunidades do samba da capital paulista e Grande São Paulo. 

Em memória dos 53 anos do assassinato de Carlos Marighella, relembramos o papel do guerrilheiro na luta por democracia no Brasil, e celebramos seu legado em um Sábado Resistente especial, com uma conversa com Mário Magalhães, autor do livro Marighella: O guerrilheiro que incendiou o mundo, seguida da exibição do filme Marighella, de Wagner Moura. 

Confira a programação completa:

Sábado Resistente: Exibição do filme Marighella e conversa com Mário Magalhães

05 de novembro | 14 horas | Memorial da Resistência

Relembrando o papel de Carlos Marighella na luta pela democracia durante a Ditadura Civil-Militar (1964-1985), o Memorial da Resistência e o Núcleo Memória promovem a exibição do filme Marighella (2021) e uma conversa com o jornalista Mário Magalhães, autor da biografia Marighella: O guerrilheiro que incendiou o mundo.

Não é necessário retirar ingresso ou fazer inscrição para o evento.

Memórias em Diálogo: antirracismo e diversidade 

11 de novembro | 9h30 às 13h30 | Museu Afro Brasil e Memorial da Resistência

O Memorial da Resistência de São Paulo e o Museu Afro Brasil realizam em parceria uma visita integrada aos dois museus. A partir de ferramentas lúdicas, os participantes serão convidados a explorar as exposições de forma a refletir sobre racismo, memória afro-brasileira, religiosidade, branquitude, luta antirracista e diversidade humana.  

As atividades conduzidas pelos educadores das instituições serão iniciadas no Museu Afro Brasil. Para o segundo momento, um ônibus conduzirá o público ao Memorial da Resistência, onde o público visitará a exposição Memórias do Futuro: Cidadania Negra, Antirracismo e Resistência

Sábados Resistentes: Balanço das eleições – os desafios da nova legislatura

19 de novembro | 14 horas | Memorial da Resistência

O segundo Sábado Resistente do mês tem como tema uma avaliação da conjuntura política nacional a partir das eleições de 2022. O eixo que guia a programação dos Sábados Resistentes este ano, A construção da Cidadania no Brasil, tem como objetivo discutir a historicidade dos processos de construção da cidadania do povo brasileiro, marcada por lutas sociais e repressões políticas.  

Não é necessário retirar ingresso ou fazer inscrição para o evento.

Tarde de Memórias: Contação de histórias com o grupo Mamulengo de Si Mesmo

26 de novembro | 14 horas | Memorial da Resistência

O grupo Mamulengo de Si Mesmo promove a contação de histórias do livro Nós de Axé, na exposição Memórias do Futuro: Cidadania Negra, Antirracismo e Resistência!

O espetáculo conta a história de uma menina que ganha uma linda fita de Nosso Senhor do Bonfim. A trama se desenrola quando, ao amarrar este presente dos céus em seu braço, ela se reconecta com seus ancestrais, abrindo um portal para a velha Bahia e a rica cultura afro-brasileira. A fita, mais do que um amuleto da sorte, era sua companheira. E, sentada debaixo de um pé de Iroko, a menina vivia e sonhava acordada uma vida de muita magia e axé.