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SUMMARY:Sábado Resistente – O Teatro como Ferramenta da Resistência e Memória
DESCRIPTION:Teatro União e Olho Vivo durante os ensaios de “Bumba\, meu Queixada” de César Vieira\, na antiga sede do grupo na Rua Capote Valente na década de 1970. Crédito: Arquivo Público do Estado de São Paulo.   \n\n\n\n\n\n\n\n\n 2 de agosto \n\n\n\n 14 horas \n\n\n\n  Atividade gratuita \n\n\n\n Auditório (5º andar) \n\n\n\n\n\n\n\n\nA próxima edição do Sábado Resistente abordará como o teatro possui um papel histórico de denúncia\, crítica social e articulação política\, seja através de espetáculos\, seja por seus espaços físicos. O encontro propõe traçar paralelos entre a resistência teatral durante a ditadura militar e as lutas atuais contra a especulação imobiliária\, a censura e o subfinanciamento da cultura. \n\n\n\nContribuindo com o debate\, contaremos com a participação de Izaías Almada\, diretor de teatro\, escritor e ex-preso político\, que atuou na resistência à ditadura militar. Em 1999\, Izaías escreveu a peça Lembrar é Resistir\, encenada nas dependências do antigo DEOPS/SP. Um trecho da filmagem da peça será exibido durante o evento. \n\n\n\nRealizada em parceria com o Núcleo Memória\, a programação dos Sábados Resistentes em 2025 tem como tema central “Brasil que Resiste: Lugares de Memória e Lutas por Justiça”\, destacando a importância dos lugares de memória como espaços de preservação da história e de mobilização social. \n\n\n\nA atividade não precisa de inscrição.  \n\n\n\nConvidados\n\n\n\nIzaías Almada: Diretor de teatro\, escritor e roteirista. Atuou em importantes montagens como Arena Conta Zumbi (1966) e O Inspetor Geral\, sob direção de Boal\, e integrou a Companhia de Teatro Paulo Autran. Preso político durante a ditadura militar\, teve sua trajetória marcada pelo compromisso com a arte como instrumento de crítica e transformação social. É autor de diversas peças\, romances e roteiros cinematográficos\, destacando-se Lembrar é Resistir (1999)\, encenada nas dependências do antigo DEOPS/SP\, e a peça Pai (2001)\, sobre desaparecidos políticos. Recebeu o Prêmio Vladimir Herzog de Jornalismo com a peça Uma Questão de Imagem (1995) e publicou\, entre outras obras\, Teatro de Arena: uma estética de resistência (Boitempo\, 2004) e Boal: Embaixador do Teatro Brasileiro (2019). Também tem atuado como professor\, crítico teatral e colaborador em revistas e blogs culturais. \n\n\n\nMarcos Felipe: Ator\, jornalista e arte educador. Responsável pela produção geral da Cia. Mungunzá de Teatro e do Teatro de Contêiner Mungunzá. Pesquisa a função do Encenador no teatro contemporâneo com foco no espaço cênico\, cenografia e performance. \n\n\n\nCafira Zoé: Poeta\, atriz e cantora\, ensaísta\, dramaturga\, pesquisadora autônoma e artista transmídia. Pesquisa as forças contra-coloniais nas dissidências de gênero\, sexualidade e nas relações multiespécie. É Mestre em Psicologia Clínica e Estudos da Subjetividade com a dissertação “cerca não prende rio”. Entrou para o Teat(r)o Oficina em 2015. Co-fundadora do arquivo mangue\, indicado ao Prêmio Pipa 2024. É sapatão trinca-gênero e transfeminista. \n\n\n\nCamila Mota:  Atriz\, dramaturga\, diretora\, produtora\, compositora\, cantora\, e artista visual. Entrou para o Teat(r)o Oficina em 1997 e foi a primeira mulher a dirigir um espetáculo da companhia\, com “Mutação de Apoteose” (2023-2024)\, abrindo caminhos para as novas direções e trabalhos do grupo. Dirigiu o espetáculo de abertura da FLIP (2019) e a Noite de Gala do Circo no Theatro Municipal de SP (2024). É diretora da produtora Cabra Filmes e co-fundadora do arquivo mangue\, coletivo de artes visuais expandidas\, indicado ao Prêmio Pipa 2024. \n\n\n\nDulce Muniz: Atriz\, diretora e militante histórica do teatro e da luta política. Nascida em São Joaquim da Barra (SP)\, iniciou sua carreira no Teatro de Arena de São Paulo com Augusto Boal\, Cecília Thumin e Heleny Guariba. Atuou no movimento estudantil e foi presa política durante a ditadura militar\, como integrante do Partido Operário Revolucionário Trotskista (PORT). Atuou no Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões no Estado de São Paulo (SATED-SP)\, contribuindo para a conquista da regulamentação da profissão de artista. É fundadora e diretora da companhia Teatro Studio Heleny Guariba e segue ativa na Cooperativa Paulista de Teatro\, na luta por políticas públicas culturais.
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SUMMARY:Cine Resistência: Ponto de Encontro
DESCRIPTION:  9 de agosto \n\n\n\n 15 horas \n\n\n\n  Atividade gratuita \n\n\n\n Auditório (5º andar) \n\n\n\n\n\n\n\n\nO Grupo de Pesquisa em Direito e Violência de Estado da FGV Direito SP (FAPESP 23/14072-5)\, em conjunto com o Memorial da Resistência\, apresentam a exibição do documentário Ponto de Encontro (2023)\, dirigido por Roberto Baeza.   \n\n\n\nAmbientado no Chile\, o longa-metragem revela o processo íntimo de Alfredo e Paulina\, dois cineastas que buscam reconstruir o que seus pais passaram na Villa Grimaldi\, um dos centros clandestinos de tortura e extermínio mais emblemáticos da ditadura militar chilena (1973-1990) de Augusto Pinochet.   \n\n\n\nA exibição do filme é acompanhada por um bate-papo com o diretor e roteirista Roberto Baeza\, a protagonista\, roteirista e produtora Paulina Costa\, e a diretora do Memorial da Resistência\, Ana Pato\, com mediação da pesquisadora do CEBRAP e professora da FGV\, Bianca Tavolari.  \n\n\n\nA atividade é gratuita e não precisa de inscrição.
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SUMMARY:Lançamento: Cartografia de Museus Urgentes\, do Grupo Contrafilé 
DESCRIPTION:Créditos: Fundação Casa Grande/Memorial do Homem Kariri\n\n\n\n\n\n\n\n\n  16 de agosto \n\n\n\n 10 horas \n\n\n\n  Atividade gratuita \n\n\n\n Atividade virtual \n\n\n\n\n\n\n\n\nComo parte da Jornada do Patrimônio 2025\, promovida pela Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa de São Paulo\, o museu promove o lançamento da publicação digital Uma Cartografia de Museus Urgentes\, do Grupo Contrafilé. \n\n\n\nA pesquisa reúne experiências museológicas diversas\, marcadas por demandas sociais por memória\, justiça e pertencimento. Em formato on-line\, o encontro contará com apresentação da publicação e uma conversa com representantes das instituições mapeadas\, ampliando reflexões sobre tempo\, oralidade\, ancestralidade e urgências sociais. \n\n\n\nParticipam da atividade Antonia Kanindé (Museu Indígena Kanindé)\, Diana Kolker (Museu Bispo do Rosário)\, Elielton Ribeiro (Museu de Arte Osório Cesar)\, Izabela Pucu (Museu das Origens) e Júnior dos Santos (Memorial do Homem Kariri)\, além de Ana Pato\, diretora do Memorial da Resistência\, e do Grupo Contrafilé. \n\n\n\nVoltado ao público em geral — com atenção especial a educadores\, profissionais de museus\, estudantes e interessados em práticas culturais — o encontro marca também a disponibilização gratuita do material. \n\n\n\n \n\n\n\n\nInscreva-se
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SUMMARY:Culinária Ancestral: Encontro com Jaxuká Mirim
DESCRIPTION:Jaxuká Mirim\, mulher indígena do povo Guarani Nhandeva da Tekoa Yvy Porã (Terra Indígena do Jaraguá)\n\n\n\n\n\n\n\n\n  16 de agosto \n\n\n\n 15 horas \n\n\n\n  Atividade gratuita \n\n\n\n Foyer (5º andar) \n\n\n\n\n\n\n\n\nO Memorial da Resistência promove um encontro imersivo de culinária ancestral com Jaxuká Mirim\, mulher indígena do povo Guarani Nhandeva da Tekoa Yvy Porã (Terra Indígena do Jaraguá). \n\n\n\nArtesã\, ativista ambiental e liderança na cozinha comunitária\, Jaxuká é guardiã dos saberes alimentares tradicionais de seu povo. Durante a atividade\, ela apresentará o prato Opará\, preparado com arroz e feijão de corda\, compartilhando os ingredientes\, modos de preparo e seus significados. \n\n\n\nEnquanto realiza demonstrações práticas\, conduzirá um bate-papo sobre os valores presentes na alimentação indígena e os saberes originários. \n\n\n\n \n\n\n\n\nInscreva-se
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SUMMARY:Oficina Projeto Resisto!
DESCRIPTION:Frame de vídeo da série Projeto Resisto!\n\n\n\n\n\n\n\n\n 19 de agosto \n\n\n\n 14 horas \n\n\n\n  Atividade gratuita \n\n\n\n Online \n\n\n\n\n\n\n\n\nA oficina apresenta o planejamento e a execução da série de vídeos Projeto Resisto!. \n\n\n\nAtravés dos vídeos em formato de telejornal\, a série apresenta para o público infantojuvenil temas como Repressão\, Resistência\, Patrimônio e Direitos Humanos\, de forma lúdica e educativa. \n\n\n\nOs vídeos são acompanhados por materiais de apoio aos professores e roteiros de pesquisa no acervo do Memorial. A atividade propõe abordar as potencialidades destes materiais. \n\n\n\nA atividade é virtual e gratuita.  \n\n\n\n \n\n\n\n\nInscreva-se
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SUMMARY:Discotecagem Comentada
DESCRIPTION:Créditos: Divulgação/Balanço e Fúria\n\n\n\n\n\n\n\n\n 23 de agosto \n\n\n\n 15 horas \n\n\n\n  Atividade gratuita \n\n\n\n Centro de Pesquisa e Referência (1º andar) \n\n\n\n\n\n\n\n\nPara celebrar a publicação do podcast Baile na favela do maranhão: políticas do prazer e territórios em desaparecimento\, contemplado pelo edital Memórias do Presente: Comunicação em Direitos Humanos\, os proponentes Thaís Regina\, Rodrigo Corrêa e Vanessa Mendes realizam a atividade Discotecagem Comentada\, em parceria com o podcast Balanço e Fúria. \n\n\n\nDa Jovem Guarda ao samba\, essa discotecagem comentada tem como objetivo realizar uma incursão ainda mais detalhada sobre como a tensão entre cidade\, habitação\, migração e repressão aparecem na música. \n\n\n\nDiscotecagem Comentada é uma seleção musical temática em que um convidado – que pode ser um artista\, jornalista ou pesquisador musical – explora uma linha de pesquisa ou uma obra em específico\, articulando histórias\, referências e contextos com a escuta. O encontro é presencial e aberto ao público\, mas também conta com edições gravadas e disponibilizadas no podcast do Balanço e Fúria. Adrian Younge (Jazz is Dead)\, Don L\, Kiko Dinucci\, Rodrigo Lima (Dead Fish) e Nathalia Grilo são alguns dos notórios participantes que já passaram pelo programa. \n\n\n\nO podcast e a atividade dialogam com os sons emblemáticos da era da Jovem Guarda e sua influência duradoura na cultura e sociedade brasileira\, que no dia 22 de agosto completam 60 anos.  \n\n\n\nA atividade é gratuita e não precisa de inscrição.  
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SUMMARY:CORTEJO - MOTOR HUMANO NO FESTIVAL POP RUA
DESCRIPTION:Créditos: Motor Humano\n\n\n\n\n\n\n\n\n 30 de agosto \n\n\n\n a partir das 10h30 \n\n\n\n atividade gratuita \n\n\n\n\n\n\n\n\n \n\n\n\nA convite do Memorial da Resistência\, artistas moradores da ocupação Ouvidor 63 realizam um ato-performance no dia 30 de agosto\, segundo dia do Festival POP Rua\, a partir das 10h30. \n\n\n\nA equipe realizadora Motor Humano apresenta a busca pelo despertar do imaginário coletivo sobre o transporte não motorizado a partir da obra Bike Monster\, construída com bicicletas em desuso. Pensando nas bicicletas como meio de transformação social\, a performance idealiza a realidade onde a população local seja parte ativa na construção da cidade\, compartilhando sonhos coletivos de vida digna\, justa e livre. \n\n\n\nApós a ação performática\, os artistas participam de um bate-papo na Casa de Chá\, no Parque da Luz\, às 13h30. Então\, seguem em cortejo até o Memorial da Resistência\, onde a obra Bike Monster permanecerá no estacionamento do museu até o dia 8 de novembro em ocasião da nova exposição temporária do museu: Ouvidor 63: Habitar a Arte.  \n\n\n\n \n\n\n\nCronograma:\n\n\n\n10h30 Saída da ocupação Ouvidor 6312h30 Performance no Festival POP Rua (Parque da Luz)13h30 Participação na mesa de “Troca de experiências: Falas do Corpo + Motor Humano/Ocupação Ouvidor63” (Casa de Chá/Parque da Luz)14h30 Saída do cortejo sentido Memorial da Resistência para instalação da obra Bike Monster no museu
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