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SUMMARY:CINE RESISTÊNCIA: JANGO NO EXÍLIO
DESCRIPTION: 3 de outubro \n\n\n\n 15 horas \n\n\n\n  Classificação indicativa: 12 anos \n\n\n\n Auditório (5º andar) \n\n\n\n\n\n\n\n\n \n\n\n\nO Memorial da Resistência exibe no próximo Cine Resistência o documentário Jango no Exílio (2024). A exibição será seguida de um bate-papo com o produtor e diretor Pedro Isaias Lucas\, e com Jair Krischke\, historiador e presidente do Movimento de Justiça e Direitos Humanos. \n\n\n\nSinopse\n\n\n\nO filme narra os doze anos de degredo do ex-presidente João Goulart em território uruguaio e argentino\, iniciado a partir da decolagem de Jango rumo a Montevidéu na tarde de 4 de abril de 1964\, e termina com a sua morte controversa na fazenda La Villa\, em uma madrugada de dezembro de 1976. \n\n\n\nConvidados\n\n\n\nJair Krischke: Historiador e presidente do Movimento de Justiça e Direitos Humanos. Desde os anos 1960 atua junto ao Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur). Entre as muitas homenagens\, comendas e honrarias que já recebeu\, estão o título de Doutor Honoris Causa da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) e a Comenda de Direitos Humanos Dom Hélder Câmara\, concedida pelo senado brasileiro por ter salvo\, com seu trabalho em defesa dos Direitos Humanos\, mais de 2 mil pessoas. Além disso\, mesmo não sendo advogado\, Krischke é integrante da Comissão de Direitos Humanos Sobral Pinto da OAB-RS.Pedro Isaias Lucas: Bacharel em Direção Teatral\, Mestre e Doutor em Artes Cênicas pela UFRGS\, Pós-Doutorado em Cinema pela Universidade Paris Nanterre. Roteirista\, diretor\, diretor de fotografia e montador cinematográfico. Realizou os documentários de longa-metragem Argus Montenegro & A Instabilidade do Tempo Forte (2012) e JANGO NO EXÍLIO (2024) os documentários de média-metragem\, Um Olhar Instante (2016) e Uma Certa Felicidade (2017) e os curta-metragens Raízes do Teatro (2014)\, O Veneno do Escorpião (2015)\, Paradoxo Getúlio (2020) e Do que é Feito O Caminho (2021). \n\n\n\nA atividade é gratuita e não precisa de inscrição.
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SUMMARY:VISITAS INTEGRADAS: PINACOTECA E MEMORIAL DA RESISTÊNCIA
DESCRIPTION: 4 de outubro \n\n\n\n 10 horas \n\n\n\n  Atividade gratuita \n\n\n\n Pina Contemporânea e Pina Estação \n\n\n\n\n\n\n\n\n \n\n\n\nO Programa de Ação Educativa do Memorial da Resistência\, e o Núcleo de Ação Educativa da Pinacoteca\, promovem uma visita integrada sobre a produção artística brasileira durante o período da ditadura civil-militar. \n\n\n\nO encontro parte das exposições Pop Brasil: Vanguarda e Nova Figuração 1960-1970\, em cartaz na Pina Contemporânea\, e Flávio Império: Tens a Vontade e Ela é Livre\, na Pina Estação.  \n\n\n\n \n\n\n\n \n\n\n\n\nINSCREVA-SE
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SUMMARY:LANÇAMENTO - MEMÓRIAS À MARGEM: ORDEM SOCIAL E NORMATIVIDADES NA DITADURA
DESCRIPTION: 4 de outubro \n\n\n\n 15 horas \n\n\n\n  Atividade gratuita \n\n\n\n Auditório (5º andar) \n\n\n\n\n\n\n\n\nO Memorial da Resistência realiza o lançamento do catálogo da coleção Memórias à Margem: Ordem Social e Normatividades na Ditadura. Em parceria com o Acervo Bajubá\, o projeto amplia a coleção de história oral do museu ao reunir testemunhos sobre experiências dissidentes de gênero e sexualidade\, e de outros grupos historicamente marginalizados durante o regime civil-militar no Brasil.   \n\n\n\nA iniciativa apoiada pela Embaixada do Reino dos Países Baixos no Brasil no âmbito do Fundo de Direitos Humanos desta Embaixada nos anos 2024/25.   \n\n\n\nO lançamento contará com uma roda de conversa sobre o projeto\, além de apresentações das artistas Divina Aloma\, Greta Starr e Marcinha do Corintho.  \n\n\n\nCronograma \n\n\n\n15h – Abertura do evento  \n\n\n\n15h10 – Roda de conversa com Marcos Tolentino (pesquisador do projeto)\, Yuri Fraccaroli (pesquisador do Acervo Bajubá e colaborador do projeto) e Neon Cunha (ativista social e entrevistada da coleção). Mediação de Angel Natan (pesquisadora do Memorial da Resistência)  \n\n\n\n16h – Apresentação das artistas Divina Aloma\, Greta Starr e Marcinha do Corintho  \n\n\n\n16h30 – Encerramento 
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SUMMARY:SÁBADO RESISTENTE - RELIGIÃO E DIREITOS HUMANOS: A RESISTÊNCIA DAS COMUNIDADES DE FÉ
DESCRIPTION:Registro de José Antonio da Silva\, conhecido como “Pae José”\, fotografado pela polícia em sua “mesa de trabalho”. Foto sem data. Créditos Arquivo Público do Estado de São Paulo.\n\n\n\n\n\n\n\n\n 11 de outubro \n\n\n\n 14 horas \n\n\n\n  Atividade gratuita \n\n\n\n Auditório (5º andar) \n\n\n\n\n\n\n\n\nO próximo encontro do Sábado Resistente propõe debater sobre a atuação das comunidades religiosas na resistência à ditadura militar e em contextos mais recentes de violações de direitos\, destacando sua presença na defesa da democracia\, da justiça social e dos grupos mais vulneráveis.  \n\n\n\nRealizado em parceria com o Núcleo Memória\, os Sábados Resistentes de 2025 têm como tema central “Brasil que Resiste: Lugares de Memória e Lutas por Justiça”\, destacando a importância dos lugares de memória como espaços de preservação da história e de mobilização social.  \n\n\n\nA atividade não precisa de inscrição.  \n\n\n\nCONVIDADOS\n\n\n\nFelippe de Logun Edé – Babá Kekerê do Axé Ilê Obá\, psicólogo clínico e social\, mestre e doutor em comunicação e semiótica. \n\n\n\nFlávia Odenheimer – Professora de matemática e pesquisadora da educação de migrantes e refugiados. É judia e atua como chazanit (cantora litúrgica) na sinagoga que frequenta. Está envolvida na luta palestina desde 2014 e é integrante e cofundadora do coletivo Vozes Judaicas por Libertação.  \n\n\n\nAnivaldo Padilha – Sociólogo e líder ecumênico\, iniciou sua militância nos anos 1960\, primeiro na União Cristã de Estudantes do Brasil e posteriormente na Ação Popular. Foi líder do movimento ecumênico na juventude\, sendo membro da Igreja Metodista. Foi preso\, em 1970\, após denúncias de um bispo e um pastor. Com a Lei da Anistia\, Anivaldo seguiu atuando na pauta dos direitos humanos e da Verdade\, Memória e Justiça\, atuando em diferentes frentes\, no Brasil e no mundo. \n\n\n\nPaulo Pedrini – Bacharel e licenciado em História pela PUC-SP e especialista em Direitos Humanos pelo Instituto Sedes Sapientiae\, é professor da rede pública de ensino e Coordenador da Pastoral Operária Metropolitana de São Paulo. Também é diretor da Ação dos Cristãos pela Abolição da Tortura (ACAT Brasil) e atua na Frente Intereligiosa Dom Paulo Evaristo Arns. \n\n\n\nValéria Vilhena – Teóloga e pedagoga\, atua como professora de Formação de Professores no Instituto Nacional de Educação e Qualificação\, para docentes da rede pública de São Paulo. Fundadora do Movimento EIG – Evangélicas pela Igualdade de Gênero e é autora de livros na área de Gênero\, Educação e História Cultural.
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SUMMARY:TARDE DE MEMÓRIAS
DESCRIPTION: 11 de outubro \n\n\n\n  15 horas  \n\n\n\n  Atividade gratuita \n\n\n\n Espaço expositivo \n\n\n\n\n\n\n\n\nAs Tardes de Memórias propõem o uso de jogos lúdico-pedagógicos pelos visitantes\, mediados pela Ação Educativa do museu. \n\n\n\nA atividade propõe\, de forma lúdica e descontraída\, a discussão de temas centrais do Memorial da Resistência: Repressão\, Resistência\, Patrimônio e Direitos Humanos. \n\n\n\nA atividade é gratuita e não precisa de inscrição.
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SUMMARY:JORNADA DE ESTUDOS: ESTABILIDADE NÔMADE
DESCRIPTION: 18 de outubro \n\n\n\n 15 horas \n\n\n\n  Atividade gratuita \n\n\n\n Lugar de Encontro (3º andar) \n\n\n\n\n\n\n\n\nMinistrado por Rocio Urbano\, artista e moradora da ocupação Ouvidor 63\, a atividade propõe um espaço de debate a partir de depoimentos de 18 ocupações artísticas em territórios de vulnerabilidade social\, com registros no Chile\, Argentina\, Espanha e Brasil\, onde a artista realizou atividades socioculturais. \n\n\n\nA jornada aborda reflexões sobre resistência cultural\, experiências nômades e indígenas\, além da luta de espaços autogestionados como formas de arte e política. A proposta está vinculada à obra \, criada pela própria artista\, que integra a exposição temporária Ouvidor 63: Habitar a Arte\, em cartaz no Memorial da Resistência. \n\n\n\nRocio Urbano\n\n\n\nArtista autônoma\, empírica\, migrante\, música compositora\, cantante\, intérprete guitarrista\, artista performática\, poeta\, escritora\, roteirista\, artesana\, vendedora ambulante\, mestre de cerimônias\, ocupante\, pesquisadora\, oficinista\, palhaça\, curadora\, figurinista\, luthier. Artivista. Criadora e portadora de heterônimos. Tocando como “Gertrudis Murió” uma identidade que canta temáticas sociais de maneira sensível ou visceral. Se apresentando como “Romântica” uma palhaça que aborda o amor além do olhar romântico. Oficinista infantil como ação social em comunidades periféricas de Buenos Aires\, do Rio de Janeiro e de São Paulo. Leva uma pesquisa de performances abstratas com projeções digitais e analógicas ao vivo trazendo um conceito espiritual na projeção de luzes e sombras. Criadora da galeria de arte atemporal “Isla Romântica”.
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SUMMARY:CURSO COM INSTITUTO BIXIGA: INFÂNCIA E JUVENTUDE NA DITADURA MILITAR NO BRASIL (1964-1985)
DESCRIPTION:Fundação Nacional do Bem Estar do Menor; 01/1974. Créditos: Arquivo Público do Estado de São Paulo (APESP)\n\n\n\n\n\n\n\n\n 25 de outubro \n\n\n\n 10 horas \n\n\n\n  Atividade gratuita \n\n\n\n Auditório (5º andar) \n\n\n\n\n\n\n\n\nNo mês em que se celebra o Dia das Crianças\, o Instituto Bixiga – Pesquisa\, Formação e Cultura Popular\, em parceria com o Memorial da Resistência\, realiza o curso Infância e Juventude na Ditadura Militar no Brasil (1964-1985).  \n\n\n\nA atividade busca discutir como a ditadura tratou crianças e jovens das classes trabalhadoras\, transformando a chamada “questão do menor” em alvo de controle estatal\, repressão e punição\, especialmente com o Código de Menores de 1979.   \n\n\n\nO objetivo é promover uma reflexão crítica sobre esse passado autoritário e estimular novas perspectivas para os direitos da infância e da juventude no Brasil\, em contraposição ao modelo tutelar e encarcerador.  \n\n\n\n \n\n\n\n\nINSCREVA-SE
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SUMMARY:Oficina de Colagem
DESCRIPTION: 25 de outubro \n\n\n\n 15 horas \n\n\n\n  Atividade gratuita \n\n\n\n Lugar de Encontro (3º andar) \n\n\n\n\n\n\n\n\nA partir da exposição Ouvidor 63: Habitar a Arte\, a artista gráfica e visual Micaela Yañez propõe uma roda de conversa sobre o direito à moradia\, seguida da criação de colagens que expressem coletivamente as reflexões levantadas.   \n\n\n\nMicaela Yañez  é argentina\, moradora da ocupação Ouvidor 63 e pós-graduanda em História da Arte pela Unifesp.  \n\n\n\nDurante a atividade\, ela apresentará noções básicas de teoria da cor\, forma\, contraforma e níveis de leitura da imagem\, oferecendo ferramentas para ampliar a experimentação artística.  \n\n\n\n \n\n\n\n\nInscreva-se
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