"Em 1972, a ditadura iniciada em 1964 chegava ao paroxismo. Nunca se torturou, assassinou e censurou tanto como naqueles dias sob o tacão do general Garrastazu Médici. Data daquele ano o "Livro Negro da Ditadura Militar". Iniciativa da AP, ele é um caso único na saga da resistência antiditatorial: um livro-denúncia inteiramente pesquisado, escrito, impresso e distribuído na mais total clandestinidade. Agora em 2014, quando o Brasil assinala o cinquentenário do golpe, é oportuno que as novas gerações o conheçam em primeira mão. Ele foi uma pequena grande proeza, entre tantas que a resistência produziu. Com sua capa eloquente, obra de Elifas Andreato, e suas 200 páginas de denúncia viva, ele captura em flagrante delito as atrocidades que a ditadura cometia." -- Editora
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981.063 L788
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981.063 L788 ex.2
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