Largo General Osório, 66 Santa Ifigênia, São Paulo, SP Telefone: 55 11 3335-5910 Entrada Gratuita Aberto de quarta a segunda (fechado às terças), das 10h às 18h faleconosco@memorialdaresistenciasp.org.br
A entrevistada inicia seu relato contando sobre a infância em São Paulo (SP). Sua mãe era vendedora ambulante nas ruas de São Paulo e levava as crianças para trabalharem com ela. Relata como era o cotidiano de vendas nas ruas da Boca do Luxo. A entrevistada explica o que é ser uma artista caricata, as características da sua montação e das apresentações, e suas referências nesse estilo de arte transformista. Conta como surgiu o nome Victoria Principal. Relata as diferenças entre as artistas transformistas, seus estilos de montação e de apresentação. Conta como era a rotina de trabalho em espaços da noite de São Paulo nas décadas de 1980 e 1990: Nostro Mondo, Rave, Gent’s e A Lôca. Conta sobre os efeitos da epidemia de HIV/Aids em seu entorno social. A entrevistada relata os questionamentos que já se fez sobre sua identidade de gênero. Conta os desafios para se manter como artista transformista na atualidade. Conta sobre a importância de ter voltado a estudar, aos 45 anos. Finaliza a entrevista refletindo sobre a importância de compartilhar sua história e integrar o acervo de um museu.
Entrevistadores
Marcos Tolentino, Angel Natan, Lufer Sattui Mejia e Julia Gumieri
Duração (minutos)
84
Operador de câmera
Nael Souza
Local da entrevista
Memorial da Resistência
Como citar
Principal, Victoria. Entrevista sobre gênero, resistência e repressão durante a ditadura civil-militar. Memorial da Resistência de São Paulo. Entrevista concedida a Marcos Tolentino, Angel Natan, Lufer Sattui Mejia e Julia Gumieri, em 06/12/2023, por meio da parceria com o Acervo Bajubá.