Largo General Osório, 66 Santa Ifigênia, São Paulo, SP Telefone: 55 11 3335-5910 Entrada Gratuita Aberto de quarta a segunda (fechado às terças), das 10h às 18h faleconosco@memorialdaresistenciasp.org.br
Realizada no âmbito da exposição temporária “Advogados da Resistência. O direito em tempos de exceção”, a entrevista discorreu sobre as estratégias utilizadas pelos advogados para realizar a defesa de presos políticos no período ditatorial. O entrevistado abordou tanto os instrumentos jurídicos que podiam ser acionados naquele contexto, quanto certas movimentações extraoficiais que passavam pelo trato pessoal com agentes carcerários, a relação com os juízes, promotores e delegados. O entrevistado comentou a relações de solidariedade estabelecida entre advogados, presos políticos e familiares de presos, narrou episódios em que a repressão se abateu sobre os próprios defensores. Virgílio ainda apresentou sua visão sobre a Anistia, sobre as possibilidades que restam de se fazer justiça aos crimes de lesa-humanidade cometidos no período e sobre algumas teses jurídicas, como o sequestro enquanto crime continuado.
Entrevistadores
Karina Alves
Duração (minutos)
41
Operador de câmera
Produtora João e Maria.doc
Local da entrevista
Memorial da Resistência de São Paulo, São Paulo/SP
Como citar
ENEI, Virgílio Egydio Lopes. Entrevista realizada para exposição temporária “Advogados da Resistência. O direito em tempos de exceção”. Memorial da Resistência de São Paulo, São Paulo/SP. Entrevista concedida a Karina Alves em 01/11/2013.