Largo General Osório, 66 Santa Ifigênia, São Paulo, SP Telefone: 55 11 3335-5910 Entrada Gratuita Aberto de quarta a segunda (fechado às terças), das 10h às 18h faleconosco@memorialdaresistenciasp.org.br
Sede da UGT em foto atual. Crédito: Vinícius Barros. Memorial da Classe Operária.
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Inauguração da sede da UGT em 3 de fevereiro de 1934. Crédito: Memorial da Classe Operária
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Foto de 1926 mostra a comissão que promoveu a festa dançante em benefício da UGT, fundada em 30 de março de 1925. Foto: Autor desconhecido. Fonte: Memorial da Classe Operária
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O público assiste atenciosamente a uma palestra na sede da União Geral dos Trabalhadores (UGT) na década de 1950. Crédito: Memorial da Classe Operária
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Crédito: Arthur Barros. Acervo pessoal
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Crédito: Arthur Barros. Acervo pessoal
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Nos anos 1920, Ribeirão Preto se tornava um importante centro de produção agrícola no país. Inicialmente com o café e, depois, o açúcar, a agroindústria local prosperou sobre uma forte exploração e repressão dos trabalhadores rurais, gerando constantes conflitos sociais. Para lutar por direitos, em 1923, comunistas, anarquistas e socialistas da região fundaram a União Geral dos Trabalhadores. Entre os fundadores, os militantes do recém-fundado Partido Comunista Brasileiro logo conquistaram hegemonia política na entidade, entrelaçando sua trajetória a do partido. Ilegal durante longos anos, o PCB fez da UGT sua sede e um instrumento para articular, através de seus militantes, as lutas do campo e da cidade, adquirindo grande influência entre os movimentos locais. Com o golpe de 1964, a UGT sofreu intervenção, perdendo sua característica combativa. Anos mais tarde, ocupada pelo grupo Zé do Patrocínio, a entidade voltaria a ser referência de lutas, dessa vez para o movimento negro de Ribeirão Preto. Hoje, funciona no local o Memorial da Classe Operária.