Largo General Osório, 66
Santa Ifigênia, São Paulo, SP
Telefone: 55 11 3335-5910
Entrada Gratuita
Aberto de quarta a segunda (fechado às terças), das 10h às 18h
faleconosco@memorialdaresistenciasp.org.br

Próximo Sábado Resistente debate cultura do ódio e intolerância

Encontro integra a programação de abertura da ocupação artística da obra Odiolândia, de Giselle Beiguelman

Frame do vídeo “Odiolândia”, de Giselle Beiguelman.

No dia 17 de junho, a partir das 14 horas, o Memorial da Resistência e o Núcleo Memória realizam em parceria mais um Sábado Resistente. O encontro faz parte da programação de abertura da ocupação artística Odiolândia, de Giselle Beiguelman, e terá como tema Extremismos na contemporaneidade: cultura do ódio e intolerância nas redes sociais, dialogando com o assunto abordado pela obra.

O trabalho apresenta comentários publicados em redes sociais sobre as ações da Prefeitura de São Paulo e do Governo do Estado na região conhecida pejorativamente como “Cracolândia” – no bairro da Luz e vizinhança do Memorial da Resistência – junto a trechos de áudios extraídos de vídeos postados na internet por participantes e apoiadores das ações realizadas entre 21 de maio e 9 de junho de 2017.

Apresentada pela primeira vez no museu, a exposição faz parte do projeto Ocupações Memorial, que articula diálogos transdisciplinares sobre a memória dos períodos autoritários no país e suas reverberações no presente.

O evento será realizado em formato híbrido (presencial e online), com transmissão através dos canais do Youtube do Núcleo Memória e do Memorial da Resistência, e do Facebook do Tutaméia.

Convidados

Giselle Beiguelman – Artista e professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAUUSP). Pesquisa arte e ativismo na cidade em rede e as estéticas da memória. Em seus trabalhos mais recentes investiga o imaginário do colonialismo na história da arte com recursos de Inteligência Artificial

Christian Dunker – Psicanalista, Professor Titular do Instituto de Psicologia da USP junto ao Departamento de Psicologia Clínica. Obteve o título de Livre Docente em Psicologia Clínica (2006) após realizar seu Pós-Doutorado na Manchester Metropolitan University (2003). Possui graduação em Psicologia (1989), mestrado em Psicologia Experimental (1991) e doutorado em Psicologia Experimental (1996) pela Universidade de São Paulo. Recebeu dois prêmios Jabuti em Psicologia e Psicanálise, sendo autor de vários livros e publicações

Natalia Viana – Formada pela PUC- SP. Foi cofundadora e atual Diretora Executiva da Agência Pública de Jornalismo Investigativo. Começou sua carreira como repórter aos 21 anos, na revista Caros Amigos. Como repórter e editora, venceu diversos prêmios de jornalismo, entre eles o Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos (2005/2016/2020), o prêmio Comunique-se (2016/2017), o Prêmio Troféu Mulher Imprensa (2011/2013), prêmio Gabriel García Márquez (2016) e Ortega y Gasset (2020).

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