Largo General Osório, 66 Santa Ifigênia, São Paulo, SP Telefone: 55 11 3335-5910 Entrada Gratuita Aberto de quarta a segunda (fechado às terças), das 10h às 18h faleconosco@memorialdaresistenciasp.org.br
Durante a ditadura civil-militar, a repressão ocultava os corpos de opositores políticos em valas clandestinas de cemitérios públicos, como o Cemitério Campo Grande. Crédito: Alessandra Haro. Memorial da Resistência de São Paulo
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Crédito: Alessandra Haro. Memorial da Resistência de São Paulo
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Crédito: Alessandra Haro. Memorial da Resistência de São Paulo
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Crédito: Alessandra Haro. Memorial da Resistência de São Paulo
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Crédito: Alessandra Haro. Memorial da Resistência de São Paulo
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Durante a ditadura civil-militar, os cemitérios municipais foram utilizados para o desaparecimento de corpos de opositores políticos assassinados pelo regime. A partir dessa descoberta, feita em 1979 pela Comissão dos Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos, foram sendo identificadas ossadas de desaparecidos políticos em outros cemitérios da capital paulista. Um deles foi o Cemitério Municipal Campo Grande. Sabe-se que lá foram enterrados como "indigentes" os militantes Emmanuel Bezerra dos Santos e Manoel Lisboa de Moura. O local de sepultamento só foi descoberto através de pesquisas feitas por familiares de vítimas em documentos dos cemitérios e do Instituto Médico Legal que, apesar de ocultarem informações relevantes a respeito da identificação dos militantes, traziam uma letra “T” que indicava aos legistas do IML que se tratava de uma pessoa classificada pela repressão como "Terrorista".