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A retirada dos ossos mobilizou profissionais do Cemitério e de outros setores do serviço público, como policiais militares e da Guarda Civil Metropolitana. Crédito: Marcelo Vigneron. Acervo pessoal. PLM_034_Foto1 -
Dentre os enterrados na vala clandestina estavam também vítimas de uma epidemia de meningite e do Esquadrão da Morte, grupo paramilitar de policiais liderados por Sérgio Fleury, delegado do Deops/SP. Crédito: Marcelo Vigneron. Acervo pessoal PLM_034_Foto2 -
Crédito: Marcelo Vigneron. Acervo pessoal PLM_034_Foto3 -
Crédito: Marcelo Vigneron. Acervo pessoal PLM_034_Foto4 -
Acondicionados em sacos, os restos mortais foram levados inicialmente para a sede da administração do Cemitério Dom Bosco. Crédito: Marcelo Vigneron. Acervo pessoal PLM_034_Foto5 -
Crédito: Marcelo Vigneron. Acervo pessoal PLM_034_Foto6 -
Crédito: Marcelo Vigneron. Acervo pessoal PLM_034_Foto7 -
Técnicos da Unicamp realizam análise e separação dos remanescentes humanos da Vala Clandestina de Perus, 1991. Crédito: Marcelo Vigneron. Acervo Pessoal PLM_034_Foto8 -
Crédito: Marcelo Vigneron. Acervo Pessoal PLM_034_Foto9 -
Ivan Seixas CPI da Ossada de Perus. Data 22 de outubro de 1990. Crédito: Reinaldo J. Stávale. Arquivo CMSP/CPI Perus: desaparecidos políticos. PLM_034_Foto10 -
Monumento aos mortos e desaparecidos políticos, de autoria de Ricardo Othake, inaugurado em 1993 no Cemitério Dom Bosco. Crédito: Camila Djurovic. Memorial da Resistência de São Paulo. PLM_034_Foto11 -
Inauguração em 2017 de placa em homenagem às vítimas da ditadura militar sepultadas no Cemitério Dom Bosco. Crédito: Pedro Biava. Acervo pessoal PLM_034_Foto12 -
Homenagem às vítimas da ditadura sepultadas no Cemitério Dom Bosco. Crédito: Pedro Biava. Acervo pessoal PLM_034_Foto13 -
Crédito: Pedro Biava. Acervo pessoal PLM_034_Foto14 -
Crédito: Camila Djurovic. Memorial da Resistência de São Paulo. PLM_034_Foto15 -
Crédito: Pedro Biava. Acervo pessoal PLM_034_Foto16

















