Largo General Osório, 66 Santa Ifigênia, São Paulo, SP Telefone: 55 11 3335-5910 Entrada Gratuita Aberto de quarta a segunda (fechado às terças), das 10h às 18h faleconosco@memorialdaresistenciasp.org.br
O Memorial da Resistência promove no mês de outubro o minicurso para educadores com o objetivo de introduzir os conceitos iniciais sobre Educação em Direitos Humanos, a partir da contextualização da Declaração Universal dos Direitos Humanos
Em parceria com o Espaço Cultural Latino-Americano (ECLA), o Memorial da Resistência recebe militantes políticos para uma roda de conversa, aberta ao público, sobre resistência política na Ditadura Civil-Militar (1964-1985).
A oficina Retalhos da Memória, ministrada pela designer gráfica Camila Sipahi, por meio da realização de bonecos, a aventura de criar para construir coletivamente memórias a partir do acesso às experiências pessoais de ontem e hoje.
Como parte da exposição “Manto em Movimento”, realizada pela Casa do Povo em parceria com o MAC-USP, o manto tupinambá tem circulado em diferentes espaços de cultura de São Paulo, e desde o dia 29 de novembro ocupa o Memorial da Resistência.
A roda de conversa propõe um reencontro de mulheres integrantes de diferentes grupos feministas das décadas de 1970 e 1980 para compartilhar suas memórias e experiências do período, incluindo os Congressos da Mulher Paulista (1979-1981), os periódicos da imprensa alternativa, como os jornais Brasil Mulher e Nós, mulheres, e iniciativas como o Tribunal Bertha Lutz (1982). O bate-papo entre as presentes será guiado pela pergunta: Por que você virou feminista?
Neste Sábado Resistente, que ocorrerá na véspera do Dia Internacional dos Direitos Humanos, vamos refletir sobre o conceito dos Direitos Humanos na atualidade.
Roda de Conversa e leituras dramatizadas a partir das pesquisas e estéticas circenses produzidas pelas artistas Vulcanica Pokaropa e Ana Raylander vão abordar o tema Ditadura Civil-Militar (1964-1985)
A oficina Retalhos da Memória, ministrada pela designer gráfica Camila Sipahi, por meio da realização de bonecos, a aventura de criar para construir coletivamente memórias a partir do acesso às experiências pessoais de ontem e hoje.
O memorial cede seu auditório para a realização de uma peça teatral da companhia TEPOPOCE. A obra conta a história de três militantes que estão presos na Sede do Partido Comunista, em São Paulo nos anos 80, e cercados pela polícia, revivem histórias sobre suas atuações durante a Ditadura.
O espetáculo Tarântula Transita é uma fábula sobre sonhos, onde quatros amigas passam por diversas adversidades e conflitos para chegar na tão sonhada ascensão que desejam e para isso vão precisar da ajuda do público.
Roda de conversa propõe o compartilhamento de memórias acerca da organização, produção e publicação de jornais e veículos de imprensa alternativa feitos por mulheres durante e após os anos de Ditadura Civil-Militar (1964-1985).
O livro dedica-se a contar a história do reconhecimento oficial do coronel Brilhante Ustra, falecido em 2015, como torturador da Ditadura Civil-Militar, tendo entre suas vítimas membros da família Almeida Teles. Trata-se até então do único caso em que o Judiciário brasileiro decidiu dessa forma.
Nesta edição, o Núcleo de Ação Educativa do Memorial promove uma visita à exposição Mulheres em luta! Arquivos de memória política, seguida da oficina Memórias estampadas: transferência de imagens em tecido, quando serão utilizadas imagens da exposição composta por acervo documental diverso, com fotografias, ilustrações, panfletos, cartas etc.