Largo General Osório, 66 Santa Ifigênia, São Paulo, SP Telefone: 55 11 3335-5910 Entrada Gratuita Aberto de quarta a segunda (fechado às terças), das 10h às 18h faleconosco@memorialdaresistenciasp.org.br
Fachada da Casa da Lapa. Crédito: Arquivo Público do Estado de São Paulo.
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Fotografia do quintal da casa. Crédito: Arquivo Público do Estado de São Paulo
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Registro da ação policial. Crédito: Arquivo Público do Estado de São Paulo
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Registro da ação policial. Crédito: Arquivo Público do Estado de São Paulo
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Movimentação de vizinhos e policiais entorno da casa no dia do evento conhecido como Massacre da Lapa. Crédito: Arquivo Público do Estado de São Paulo
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Arte gráfica sobre as vítimas do Massacre da Lapa. Crédito: Ana Paula Brito. Memorial da Resistência de São Paulo.
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No número 767 da Rua Pio XI, no bairro da Lapa, uma casa insuspeita era utilizada por membros do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) para reuniões clandestinas. Em dezembro de 1976, o Comitê Central estava reunido no local para realizar um balanço político da recém-derrotada Guerrilha do Araguaia, movimento de resistência armada organizado pelo partido no sul do Pará. Na madrugada do dia 16, após o fim da reunião, a residência foi cercada e metralhada pela polícia. Os militantes que já haviam deixado o local foram sucessivamente presos e encaminhados ao DOI-Codi/SP. Dois dos dirigentes que ainda se encontravam na casa no momento da invasão, Ângelo Arroyo e Pedro Pomar, morreram na hora, sem qualquer direito de defesa. Entre os militantes presos, João Batista Drummond foi morto sob torturas. O episódio ficou conhecido como o Massacre da Lapa. Anos mais tarde, a construção original foi demolida, dando lugar a uma clínica médica que lá funciona até os dias de hoje.