Largo General Osório, 66 Santa Ifigênia, São Paulo, SP Telefone: 55 11 3335-5910 Entrada Gratuita Aberto de quarta a segunda (fechado às terças), das 10h às 18h faleconosco@memorialdaresistenciasp.org.br
Pontifícia Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo, localizada no Bairro da Consolação. Crédito: Alessandra Haro. Memorial da Resistência
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A Comissão de Justiça e Paz prestou apoio jurídico aos perseguidos políticos e defendeu os direitos humanos durante o período ditatorial. Crédito: Alessandra Haro. Memorial da Resistência
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Detalhe da fachada do prédio. Crédito: Alessandra Haro. Memorial da Resistência
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Crédito: Alessandra Haro. Memorial da Resistência
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Dados gerais
Nome
Pontifícia Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo
Na sede na Cúria Metropolitana funciona a Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo (CJP/SP). Sua origem remonta à decisão do Concílio Vaticano II pela criação de organismos católicos para a promoção da justiça social, e à fundação da Comissão Pontifícia Justiça e Paz, em 1967, pelo papa Paulo VI. Entre 1968 e 1969, os Bispos brasileiros contagiados pela mensagem de “opção preferencial pelos pobres”, promovida pela II Conferência do Episcopado Latino-Americano (Medelín), abraçaram a iniciativa, criando a Comissão Brasileira Justiça e Paz. No contexto vivido, ela foi intensamente buscada por perseguidos políticos e seus familiares, assumindo papel prioritário na sua proteção contra a ditadura. Criada entre 1971 e 1972, a CJP paulista prestou apoio jurídico e registrou os casos de violação, assumindo corajosas ações de denúncia. A Comissão se tornou referência nacional e continua a atuar na defesa dos direitos humanos em conflitos políticos e sociais mesmo após o fim da ditadura.